terça-feira, 24 de novembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
O Contador de Histórias
Por Isabelle Restel
Minas Gerais, anos 70. Nascido em uma favela de Belo Horizonte, filho caçula de dez irmãos, aos seis anos de idade Roberto Carlos Ramos foi escolhido pela mãe para ser interno em uma instituição oficial que, segundo a propaganda da TV, preparava crianças para serem médicos, advogados, engenheiros.
A realidade se revelou, no entanto, bastante diferente para o menino até então criado em uma família e dotado de pródiga imaginação. Apesar das dificuldades em ser alfabetizado, o pequeno Roberto logo aprendeu as leis da sobrevivência na instituição: problema de aprendizado rendia um biscoito, falar palavrão impunha moral, fingir doença, um pouco extra de comida. Para driblar a adversidade, Roberto usa seu melhor instrumento: a incrível capacidade de criar situações e imagens para transformar a realidade.
Na adolescência, Roberto muda de instituição onde as leis são ainda mais duras e incluem violência psicológica, castigos corporais e uma total ausência de esperança ou possibilidade de mudança. Roberto e alguns internos logo descobrem o caminho das ruas, das drogas e dos pequenos delitos. Em busca de segurança, Roberto tenta associar-se a um grupo ainda mais violento. Aos 13 anos, ainda analfabeto, depois de mais de 100 tentativas de fuga, separado da família, ele carrega o estigma de irrecuperável.
Em visita à instituição, a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros) aproxima-se de Roberto com duas expressões que jamais lhe foram dirigidas – com licença e por favor. Este foi o começo de uma emocionante e bem-sucedida história de afeto e dedicação que rendem frutos até hoje: Roberto Carlos Ramos, formado em pedagogia é considerado um dos melhores contadores de história do mundo.
Depois de formado, voltou à instituição em que cresceu – mas como professor. E já adotou mais de 20 meninos de rua, muitos, de início, irrecuperáveis, como ele foi.
A ‘história do contador de história’ é simplesmente fascinante! Uma verdadeira lição de vida de quem sobreviveu à violência, superou o abandono, aprendeu com o sofrimento e com a ajuda de uma generosa pedagoga francesa que lhe deu carinho, amor, atenção, afeto e oportunidade - com muita persistência, determinação e coragem Roberto tornou-se mestre em pedagogia e hoje é considerado um dos maiores contadores de histórias do mundo. A biografia de Roberto Carlos Ramos é sem duvida uma bela história de superação e foi muito bem abordada no filme. O diretor, os roteiristas e os excelentes atores conseguiram inserir e mesclar bom humor, tragédia, imaginação, fantasia e realidade tornando sua trajetória ainda mais sensível e emocionante.
Fica a dica,
beeeijos
O Contador De Historias -Filme
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domingo, 20 de setembro de 2009
Veronika Decide Morrer
“Veronika vive os mesmos sonhos e desejos de qualquer jovem em qualquer lugar do mundo. Tem um emprego razoável, mora num pequeno quarto que lhe dá o prazer da privacidade. Frequenta bares movimentados. Encontra rapazes atraentes e sai com alguns deles. Mas, ainda assim, Veronika não é feliz. Alguma coisa falta na sua vida. E é por isso que, na manhã de 11 de Novembro de 1997, Veronika decide morrer.
Fantasia e sonho. Paixão e loucura. Desejo e morte. No seu caminho para a morte, Veronika percebe que cada minuto da existência é uma opção que fazemos entre viver e desistir. Veronika experimenta prazeres novos e descobre que há sempre um outro sentido para a vida. Só que o tempo é curto. Veronika decidiu morrer e este caminho não tem volta."
Em Veronika Decide Morrer, Paulo Coelho aborda de forma extraordinária alguns questionamentos comuns na vida de qualquer pessoa. Coisas sobre o sentido da vida, o motivo da nossa existência, a luta diária pela felicidade e etc. Coelho confronta loucura e sanidade, vida e morte, nos guia para uma série de reflexões sobre as nossas atitudes, nossas escolhas, o caminho pelo qual decidimos percorrer e obviamente suas consequências. Embora possa parecer, a obra não é um livro de autoajuda, o autor não o escreveu com essa intenção, porém, o ‘efeito’ causado ao leitor é bem semelhante aos do gênero: a velha (?) história de superação e salvação.
Paulo Coelho já esteve internado em uma clínica psiquiátrica quando adolescente e escreveu baseado em sua própria experiência mas sem fazer dela uma autobiografia. Segundo ele, “a loucura é a incapacidade de comunicar-se. Entre a loucura e a normalidade, que no fundo são a mesma coisa, existe um estado intermediário: chama-se ser diferente. E as pessoas estavam cada vez com mais medo de ser diferentes. No Japão, depois de ter pensado muito sobre a estatística que acabara de ler, me veio a ideia de escrever um livro sobre a minha própria experiência. Escrevi Veronika Decide Morrer na terceira pessoa, usando meu ego feminino, porque sabia que a minha experiência de internação não era o que interessava mas sim os riscos de ser diferente, e o horror de ser igual.”
No mais, estamos falando de Paulo Coelho, um dos maiores e melhores escritores do mundo, suas obras ultrapassam a marca de 100 milhões de exemplares vendidos, seus livros foram traduzidos em 67 idiomas e editado em mais de 150 países. Dispensa comentários, né?
O livro ganhou adaptação para o cinema, veja o trailer:
Acredito que não é necessário dizer que nenhum filme substitui o livro, são universos diferentes, formatos diferentes de contar a mesma história. A verdade é que sempre fica algo a desejar em filmes baseados em livros, algumas partes não são totalmente fiéis. Nesse caso não foi diferente e algumas comparações são inevitáveis, são elas: a mudança nos nomes de alguns personagens, a mudança do local, no livro a história se passa na capital da Eslovênia e no filme foi transferida para Nova York. No livro ela tenta se matar em um quarto alugado de um convento, já no filme isso acontece em seu apartamento ao som de Radiohead (o que não é tão ruim assim) fora outras cenas menores e outros detalhes. Tirando isso, o filme segue a mesma linha de raciocínio do autor, embora ele não tenha participado em nada do roteiro e nem acompanhado as filmagens.
A atriz Sarah Michelle Gellar interpretou muito bem a protagonista da trama, apesar de ser difícil desassociar a imagem dela como “Buffy, a caça-vampiros”, personagem mais marcante de sua carreira. Enfim, como o próprio Paulo Coelho escreveu na sua página no Twitter: “Não tente achar um rio no mar, não tente achar o livro no filme.”
Mas em caso de dúvida, experimente os dois.
Fica a dica. Beijos!
Veronika Decide Morrer
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domingo, 13 de setembro de 2009
Once – Apenas uma Vez
Por Isabelle Restel
“Ele é um talentoso músico, que ganha a vida com seu violão nas ruas de Dublin e ajuda o pai em uma loja de aspiradores de pó. Ela é tcheca que anda pelas mesmas ruas, vendendo rosas para sustentar sua família e tem como hobby o piano. O acaso fez com eles se encontrassem e a paixão pela música fará com que eles vivam uma experiência inesquecível. Uma linda história de amor embalada por músicas que traduzem os caminhos do coração”
A palavra que melhor define Once (Apenas uma Vez) é: Simplicidade. Em todos os aspectos, o filme nada mais é do que uma história simples, não menos envolvente, leve, delicada, emocionante, linda, fascinante... Embalada por algo que os personagens têm em comum: o amor pela música. É a música que aproxima os dois e conduz toda a narrativa tornando-a emocionalmente mais intensa. O longa é composto por poucos diálogos, muito do que eles tem a dizer um para o outro é dito por meio das canções. Não! Once não é um musical e não existe aquelas pausas coreografadas, nem os tons teatrais. Cantar, compor e tocar é apenas de uma forma de demonstrar sentimento, na verdade eles encontram na música a forma mais sutil de demonstrá-lo.
Isso torna a trilha sonora um ícone a parte, composta por canções maravilhosas. Uma delas, Falling Slowly, faturou o Oscar de Melhor Canção Original. Glen Hansardl, é um excelente cantor e compositor de uma banda irlandesa, é dele a maioria das canções presentes no filme, Markéta Inglová é pianista e cantora tcheca, que também possui um talento impressionante. Glen e Markéta são parceiros na vida real, o diretor do filme é amigo dos dois e juntos eles fizeram de Once uma belíssima história de amor, amizade e música inspirados nas suas próprias vidas.
Assista e encante-se.
Once - Apenas Uma Vez
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domingo, 23 de agosto de 2009
O Ilusionista
Dona Geo
O famoso ilusionista Eisenheim (Edward Norton) assombra as platéias de Viena com seu impressionante espetáculo de mágica. Suas apresentações despertam a curiosidade de um dos mais poderosos e céticos homens da Europa, o Príncipe Leopold (Rufus Sewell). Certo de que as mágicas não passam de fraudes, Leopold vai ao show de Eisenheim disposto a desmascará-lo. Quando Sophie (Jessica Biel), noiva de Leopold, é chamada ao palco para participar de um número, ela reconhece em Eisenheim uma paixão juvenil. Eles iniciam um romance clandestino e o príncipe delega a um inspetor de polícia (Paul Giamatti) a missão de expôr a verdade por trás do trabalho do mágico. Este, no entanto, prepara-se para executar a maior de suas ilusões.
Uma das melhores tramas que eu já vi, quem gosta de confundir fantasia com realidade com certeza se prende a esse filme, trágica história de amor, risco, poder, e muita manipulação marcam a história.
Mostra que quando tudo faz sentindo ainda pode ser que não se conheça o todo.
Faz um reflexão sobre ao significado de "verdade e mentira", aprendemos desde cedo que mentir é errado, mas seria errado em qualquer situação? Mentir comparado a que? Injustiça?
Para quem acha que amor é uma ilusão o filme mostra que realmente é, depende de quem vê!
Afinal quem tem direitos, mais certo ou menos errado?
Todo mundo adora uma grande mentira, a mágica é um grande reflexo disso, muitos pagam para serem enganados, assistem a facilidade de se ver o "impossível" diante de seus olhos, e quase nunca procuram saber o que de fato acontece, "estragaria o truque", pensar com racionalidade não é para muitos em algumas situações de conforto.
Logo, com mais tempo de reflexão, vou assistir novamente "O Grande Truque" outro ótimo filme que também fala do tema, a ilusão, muita inveja e pouco amor, atitudes extremas. Vale a pena!
"Abracadabra..."
O Ilusionista: The Illusionist
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Obs: A Isabelle tirou uma folga, mas logo volta! Não chorem! :)
domingo, 16 de agosto de 2009
Orgulho e Preconceito
Por Isabelle Restel
"Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet - Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan) - foram criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland). Quando o Sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que irá conquistar o coração do novo vizinho, mas quando a jovem Elizabeth Bennett (Knightley) encontra o charmoso Sr. Darcy (Matthew MacFadyen), ela acredita que ele seja o último homem na terra com quem ela poderia se casar um dia. Mas quando suas vidas se tornam entrelaçadas em uma inesperada aventura, ela se descobre cativada pela pessoa que jurou desprezar por toda eternidade. Baseado na obra-prima de Jane Austen, este é o clássico conto de amor e equívocos que reluz com romance, inteligência e poderosa força emocional ."
O fato é que existem alguns filmes (e livros) que conseguem nos emocionar muito sem serem melodramáticos, apelativos ou coisa do tipo; histórias muitas vezes comuns que possuem leveza e simplicidade, mas nem por isso deixam de ser comoventes ou menos bonitas. Posso dizer, sem dúvida alguma, que é o caso deste.
Marcado por diálogos fantásticos, entre uma das cenas principais a conversa de Elizabeth e Sr. Darcy durante uma tempestade, falas marcadas por ódio, raiva, orgulho, mágoa e muito amor reprimido, quem vê a cena, acha difícil acreditar em um belo final, que é justificado em um dos melhores diálogos do filme, a conversa de Elizateth com seu pai, Sr. Bennet.
Em uma das cenas mais marcantes (a cena final) Elizabeth revela ao pai (Sr. Bennet) o amor que sente por Sr. Darcy e os motivos dela aceitar se casar com ele. A conversa é mais ou menos assim:
“- Lizzy, está doida? Achei que odiava esse homem.
- Não, papai.
- Com certeza, ele é rico. Você terá carruagens melhores que as da Jane, mas isso a deixaria feliz?
- Não tem nenhuma outra objeção além da crença de que sou indiferente a ele?
- Nenhuma. Sabemos que ele é um homem orgulhoso e desagradável.
Mas isso não seria nada se você realmente gostasse dele.
- Gosto mesmo dele. Eu amo-o. Ele não é orgulhoso, eu estava errada, totalmente errada a respeito dele.
O senhor não o conhece, papai. Se eu lhe dissesse como ele realmente é, o que ele fez. Nós o julgamos mal, papai, eu mais do que todos os demais e de todas as formas. Eu não disse coisa com coisa. Ele foi um tolo em relação a muitas coisas, mas eu também fui. Veja, ele e eu... ah... Ele e eu somos tão similares. Temos sido tão teimosos. Papai, eu....
- Você realmente ama-o, não é?
- Muito mesmo.
- Não acredito que ninguém possa merecê-la, mas parece que perdi a parada. Então, eu dou o meu consentimento de todo coração. Eu nunca poderia me separar de ti, minha Lizzy, a menos que a pessoa merecesse mesmo.
- Obrigada.”
O lindo cenário, as músicas de bom gosto e o ótimo elenco enriquecem ainda mais a obra tornando-a uma das mais belas vistas nos últimos tempos.
Fica a dica! Beeeijos.
Orgulho e preconceito
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
10 Coisas que Eu Odeio em Você
Do filme "10 coisas que eu odeio em você".
e o modo como você corta seu cabelo.
Odeio o modo como você dirige meu carro,
e odeio quando você me encara.
Odeio suas enormes botas de combate,
e o modo como você lê minha mente.
Odeio tanto você que isso me deixa doente,
e até me faz rimar.
Eu odeio o modo como você está sempre certo.
Eu odeio quando você mente.
Eu odeio quando você me faz rir,
e mais ainda quando me faz chorar.
Eu odeio quando você não está por perto,
e o fato de não me ligar.
Mas mais que tudo, odeio o fato de não,
conseguir te odiar nem um pouquinho,
nem por um segundo,
nem mesmo só por te odiar.
[Kat]
Odeio Te Amar, Mas eu Amo!
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domingo, 9 de agosto de 2009
Peixe Grande
Por Dona Geo
Baseado no livro de Daniel Wallace, Peixe Grande fala da frustração de Will Bloom (Billy Crudup), um rapaz que acusa o próprio pai Ed (Albert Finney, novamente soberbo como sempre) de ser um mentiroso compulsivo. De tanto ouvir mentiras durante anos e anos, Will afirma não saber as verdadeiras histórias sobre o pai e, consequentemente, desconhecer suas próprias raízes familiares. O paizão rebate, afirmando que é o filho que não sabe ouvir direito suas mensagens.
Seria possível acreditar em tanta fantasia? Seria Ed um visionário? Isso quem vai decidir é cada um de nós. A verdade é que Peixe Grande é uma fábula que em várias cenas lembra o estilo do mestre Fellini e em outras expõe o visual rebuscado já consagrado por Tim Burton.
Como hoje é dia dos pais, resolvi postar esse filme extra, que é uma das histórias mais lindas que eu já vi, sobre a relação "pai e filho". Um dos raros filmes que me fez derramar lágrimas, Peixe Grande conta como no fim ainda temos muito a saber do início, ou que ainda temos muito a acreditar nele. Nem tudo que é exagerado ou que seja louco é irreal, a vida pode ser da forma como a vemos, não precisamos encará-la apenas como os outros as vem. É linda a cena em que o protagonista narra o momento em que viu pela primeira vez seu grande amor "o tempo parou", a cena é uma das mais marcantes, pois retrata mas de forma exagerada o que poucas pessoas com sorte conseguiram passar por algo parecido, o instante em que seu mundo pára quando se encontra o grande amor.
O filme deixa claro a mensagem do valor da família e daquilo que realmente somos.
Afinal, o que é real, ou quanto nosso imaginário pode ser melhor que o real?
Podemos ou devemos culpar nossos pais por influenciar nossa fantasia e nossa imaginação?
Tire suas conclusões após assistir esse filme.
Feliz dias dos Pais!
Peixe Grande
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Reine Sobre Mim
Por Isabelle Restel
“Dois antigos colegas de alojamento escolar Charlie Fineman (Adam Sandler) e Alan Johnson (Don Cheadle) se encontram muitos anos depois e retomam sua amizade. Charlie, que recentemente perdeu sua esposa e filhos, está fugindo de sua própria vida, enquanto Alan está sobrecarregado por sua família e por responsabilidades profissionais. O reencontro oportuno se transforma numa corda salva-vidas para Charlie e Alan, ambos desesperadamente necessitando de um amigo de confiança nesse momento crucial de suas vidas.”
Após perder a esposa e as três filhas na tragédia de 11 de Setembro de 2001, Charlie entra em depressão. Ele perde, além da família, os sonhos e o objetivo de vida. Isola-se do mundo recusa-se a lembrar do que aconteceu.
Alan é dentista, um homem bem sucedido profissionalmente e com uma família sólida, mas um pouco angustiado com a vida que leva. Os dois foram colegas de faculdade e companheiros de alojamento, separados pelo tempo, eles não se viam há alguns anos até um reencontro casual nas ruas de Nova York.
Esse reencontro fortalece o vínculo de amizade entre eles, o sentimento de confiança e a verdadeira vontade de viver. Alan sente uma enorme necessidade de ajudar Charlie a se recuperar do trauma e a partir daí os dois passam a resgatar bons momentos de suas vidas.
Don Cheadle atuou muitíssimo bem mas Adam Sandler é um ícone à parte nesse drama, surpreendeu bastante ao interpretar intensamente um personagem carregado de sofrimento e tristeza, ele trabalhou de forma fantástica e conseguiu equilibrar todo tipo de emoção, apesar de ser lembrado principalmente por fazer papeis cômicos, Adam é o do tipo de ator que consegue arrancar do público boas risadas e fazer o mesmo com as lágrimas, é magnífico! A trilha sonora é uma das melhores possíveis, o filme conta com canções de The Fray, The Pretenders, Bruce Springsteen e Pearl Jam que interpretou “Love, Reign O'er Me” escrita por Pete Townshend do The Who.
Vejam, vale a pena!
Beeeeijos
Reign Over Me-Reine sobre mim
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domingo, 2 de agosto de 2009
Sim Senhor
Por Isabelle Restel
“Jim Carrey estrela "Sim Senhor!" como Carl Allen, um homem cuja vida não está indo a lugar algum – e bota “não” nisso -, até que se inscreve em um programa de autoajuda baseado em uma única premissa: dizer sim para toda e qualquer coisa. Liberar o poder do “SIM” começa a transformar a vida de Carl de formas surpreendentes e inesperadas, fazendo com que seja promovido no trabalho e abrindo as portas para um novo amor. Mas com sua intenção de abraçar todas as oportunidades, ele pode acabar descobrindo que tudo que é demais enjoa.”
Quando o negativismo toma conta de Carl – Ele sempre rejeita convites dos amigos para sair, se recusa a por o pé na rua para se divertir e no trabalho, nega ou ignora os pedidos de empréstimos que chegam diariamente em sua mesa - ele reencontra um velho amigo que o convence a ir numa ‘reunião’ de autoajuda, onde o lema é dizer SIM para absolutamente tudo e a qualquer coisa que acontece na vida. A partir daí Carl começa a seguir rigorosamente a regra do ‘sim’, sua vida muda de rumo por completo e coisas boas começam a acontecer realmente. Até ele perceber que tudo que é demais não é tão bom assim.
Jim Carrey é famoso por fazer personagens engraçados, cheios de caras e bocas, isso todo mundo já sabe. Em Sim Senhor não foi diferente, o humor e o estilo de Jim fazer comédia e divertir o público está presente o tempo inteiro, é risada garantida!
Tirando a velha e repetitiva mensagem de otimismo, de mudanças de atitude perante a vida e o ‘vamos-lá-que-a-vida-é-bela’ que já está pra lá de clichê, até que vale a pena assisti-lo. O elenco em geral é muito bom mas Bradley Cooper(e seu lindo sorriso) deveria ter sido melhor explorado. A trilha sonora é bacana também, composta principalmente por músicas de uma banda americana muito boa chamada The Eels, que a titulo de curiosidade, está na trilha dos três filmes do Shrek incluindo o especial de natal, entre outros filmes e séries.
Até semana que vem,
beeeeijos!
Yes Man | Sim Senhor - O Filme
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domingo, 26 de julho de 2009
Diário de uma Paixão
Isabelle Restel
“ Baseado no romance best-seller The Notebook de Nicholas Sparks, o filme Diário de Uma Paixão é uma história sobre oportunidades perdidas, amadurecimento e a força de um amor duradouro"
Quando a adolescente Allie Hamilton (RACHEL McADAMS) vai passar o verão com a família na cidade litorânea de Seabrook, na Carolina do Norte, nos anos 40, conhece o garoto Noah Calhoun (RYAN GOSLING), que mora na cidade. Noah sente que é amor à primeira vista. Embora a menina seja de uma família rica e ele seja um operário, os dois se apaixonam profundamente durante um verão repleto de emoção e liberdade.
Eles são separados pelas circunstâncias - e pela súbita eclosão da Segunda Guerrra Mundial -, mas ambos permanecem assombrados pelas lembranças um do outro. Quando Noah volta para casa após a guerra, Allie se foi para sempre de sua vida, mas não do seu coração.
Embora Noah ainda não saiba, Allie voltou a Seabrook, onde eles se apaixonaram. Ocorre que agora Allie está noiva de Lon (JAMES MARSDEN), um soldado abastado que conheceu quando foi voluntária num hospital.
Décadas mais tarde, um homem (JAMES GARNER) lê um caderno antigo para uma mulher (GENA ROWLANDS) que visita regularmente no asilo. Embora a memória dela esteja prejudicada, ela se deixa envolver pela emocionante história de Allie e Noah - e por alguns breves momentos consegue reviver uma época de paixão e turbulência, em que eles juraram que ficariam juntos para sempre.“
Fica a Dica.
Beijos!
Diário de uma Paixão
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domingo, 19 de julho de 2009
A Proposta
Por Isabelle Restel
“Quando a poderosíssima editora de livros Margaret (Sandra Bullock) se vê diante da deportação para o seu país de origem, o Canadá, a executiva de raciocínio rápido declara que na verdade está noiva de seu desprevenido e injustiçado assistente Andrew (Ryan Reynolds), que ela atormenta há anos. Ele concorda em participar da farsa, mas com algumas condições. O casal viaja para o Alasca para conhecer a excêntrica família dele e a “garota-da-cidade-sempre-no-controle” se vê em diferentes situações cômicas. Com o casamento improvisado sendo organizado e o oficial de imigração atrás deles, Margaret e Andrew relutantemente seguem seu plano, apesar das consequências.”
Em A Proposta Sandra Bullock interpreta Margaret, uma das principais editoras de uma grande empresa de publicação de livros em Nova York. Margaret é daquelas executivas duronas que possuem status e poder, dessas que se acham superior e demonstra isso o tempo todo, ela é bem o tipo de pessoa temida e odiada por muitos no trabalho. Enfim, a chefe mais terrível que possa existir. O problema de Margaret é que ela é canadense e seu visto para permanecer nos Estados Unidos está expirado, quando está prestes a ser deportada para o Canadá, é que ela tem a ‘brilhante’ ideia de se casar com seu assistente Andrew para conseguir o visto permanente.
Andrew, que é praticamente obrigado a se casar com ela, faz o tipo de funcionário competente, ele sabe de tudo que Margaret gosta e faz de tudo para agradá-la (mas a detesta pelas costas). Por outro lado, evidentemente, ela não sabe nada da vida do rapaz e se surpreende ao conhecê-lo melhor quando os dois vão passar um fim de semana no Alaska - onde vive a simpática família dele - para firmar a farsa. A partir daí as coisas tomam um outro rumo e eles acabam se apaixonando de verdade (é claro).
O roteiro do filme não é muito surpreendente e nem um pouco original, é a mesma historinha de comédias românticas com o mesmo final feliz de sempre. Mas apesar de ser previsível, é um formato que dá super certo e agrada à maioria. No mais o filme é ótimo!Bem equilibrado, combinando na medida certa a comédia e o romance, o elenco não podia ser diferente, os protagonistas transmitem uma química incrível e garantem a qualidade na produção, que é uma das melhores do gênero. Boas risadas e diversão também são garantidas!
Beeeijos!
Bom filme ;)
A Proposta - O Filme
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=25994102
domingo, 12 de julho de 2009
Jean Charlies
Por Isabelle Restel
“Baseado no mundialmente conhecido caso do brasileiro Jean Charles de Menezes, assassinado no metrô de Londres por agentes do serviço secreto britânico em julho de 2005, ao ser confundido com um terrorista. O filme revela os últimos meses da vida do eletricista mineiro, a partir da chegada a Londres de sua prima Vivian, que vai morar com ele e os primos Alex e Patrícia. A trágica morte de Jean abala seus primos, que precisam reconstruir suas vidas após a dolorosa perda, em meio à luta por justica”
A história de vida de Jean Charlie é bem interessante apesar de trágica.
Mas isso não foi o suficiente para fazer dela um bom filme. O polêmico e famoso caso do jovem brasileiro morto por engano em Londres foi mostrado de forma muito simples, um tanto quanto vazia e deixou muita coisa a desejar. O diretor Henrique Goldman é especialista em documentários e talvez isso tenha prejudicado na adaptação da história para o cinema, a trilha sonora é outro item fraco, sem falar nas péssimas atuações de algumas pessoas que nem são atores, e sim parentes do Jean.(Ok, valeu a boa vontade).
Não tenho duvidas que o talento de Selton Mello – que interpreta o personagem principal - salvou o longa em grandes partes e a participação de Luís Miranda também ajudou bastante, são atores excepcionais, que conseguiram inserir muita simpatia e bom humor à trágica história.
Está certo que os temas abordados no filme são importantes, porém não foram devidamente explorados. O filme funcionou mais como uma forma de homenagear Jean Charlies e mostrar um pouco das dificuldades dos imigrantes e do preconceito sofrido por eles.
Jean Charles - O Filme
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2529244
domingo, 5 de julho de 2009
A Era do gelo 3
Por Isabelle Restel
"Em A Era do gelo 3, Scrat continua tentando agarrar a noz fujona e nesse processo talvez encontre o verdadeiro amor;Manny e Ellie esperam o nascimento de seu mini mamute;a preguiça Sid forma sua própria família adotiva sequestrando alguns ovos de dinossauro; e Diego, o tigre dentes-de-sabre, se pergunta se não está ficando “mole” demais devido à convivência com seus amigos. Em uma missão para resgatar o azarado Sid,a turma se aventura em uma nova era, onde a fauna e a flora são diferentes. Neste local, dão de cara com dinossauros, lutam contra plantas carnívoras de fúria assassina – e conhecem uma incansável doninha de um olho só,caçadora de dinossauros, chamada Buck."
(Está em francês, porque todos que estão lendo aqui sabem o mínimo da língua haha
maldita falta de incorporação de vídeo, dublado em português não está disponível...)
Os animais do bando mais esquisito de todas as eras está de volta e dessa vez eles vão embarcar em uma aventura no incrível mundo dos dinossauros.Quem não assistiu aos dois primeiros filmes não precisa se preocupar tanto em não entender esse último, já que não existe uma lógica tão exata na continuação. Mas é evidente que seguir a sequência é importante para conhecer mais da história e das características dos personagens para não ficar muito "perdido".
O diretor brasileiro Carlos Saldanha que produziu e co-dirigiu o primeiro filme, dirigiu o segundo,se mantém na direção do terceiro.A animação gráfica ficou perfeita, idem as dublagens. O longa está recheado de cenas realmente engraçadas, emocionantes e sensíveis. "A Era do Gelo 3" irá agradar muita gente, não apenas as crianças, mas também aos jovens e adultos quesão fascinados por desenhos animados em especialmente essa incrível produção. Divirtam-se!!!
A Era do Gelo 3
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=137542
domingo, 28 de junho de 2009
Lua Nova
Por Isabelle Restel
"Para Bella Swan, há uma coisa mais importante do que a própria vida: Edward Cullen.
Mas estar apaixonada por um vampiro é ainda mais perigoso do que ela poderia ter imaginado.
Edward já resgatara Bella das garras de um monstro cruel, mas agora, quando o relacionamento ousado do casal ameaça tudo o que lhes é próximo e querido, eles percebem que seus problemas podem estar apenas começando..."
Lua Nova é segundo livro da excitante série Crepúsculo. Nele é narrado, além de outras coisas, o acontecimento da fase mais conturbada da vida de Bella: Edward decide terminar o namoro com ela definitivamente depois de um incidente ocorrido no dia de seu aniversário, ele vai embora com sua família, afim de protegê-la dos perigos que ela corre ao seu lado...
Bella sofre uma forte depressão, se afasta de seus amigos, não fala com ninguém e tem
pesadelos constantes. Ela vê sua vida se transformar num próprio pesadelo. Depois de um tempo ela
se aproxima muito de Jacob Black. Jake ajuda Bella se recuperar da dor causada pela ausência de seu grande amor, Jake se torna seu melhor amigo.
O que Bella não sabe (mas depois acaba descobrindo) é que Jake pode se transformar em lobisomem.
A partir daí a trama se desenvolve de forma surpreendente e cheia de reviravoltas.
Lua Nova também foi parar nas telonas e tem data de lançamento prevista para novembro de 2009. O trailer oficial já foi divulgado, confiram:
Não é novidade dizer que a adaptação nem sempre é fiel ao livro, portanto recomendo ler antes de assistir.
Forte Abraço!
Lua Nova (New Moon)
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=5281913
domingo, 21 de junho de 2009
Um Amor pra Recordar
Por Isabelle Restel
“Landon Carter (Shane West) é um jovem sem metas, temperamental, irresponsável e que não tem fé, que foi punido por ter feito uma brincadeira de mau gosto a um rapaz que fica paraplégico. Como punição, o diretor da escola faz com que participe na produção de uma peça que está sendo montada, onde ele conhece Jamie Sullivan (Mandy Moore), filha do pastor da pequena cidadezinha onde moram, uma garota certinha que o ajuda a ensaiar para a peça com apenas uma condição: ele não se apaixonar por ela. Porém ambos se apaixonam, até que Jamie conta-lhe um segredo que muda a vida dos dois”
O que dizer sobre Um Amor pra Recordar ?
Falar que é uma das mais lindas histórias românticas já vistas ainda é pouco.
Pode ser considerado um romance um tanto quanto clichê mas está longe de ser daqueles do tipo “vi-gostei-e-esqueci.”
Para quem ainda não viu,
Fica a Dica!
nosso amor é como o vento
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=17992890
domingo, 14 de junho de 2009
Duplicidade
Por Isabelle Restel
“A agente da CIA Claire Stenwick e o agente da MI6 Ray Koval deixaram o mundo da espionagem governamental para trás para se beneficiar de uma altamente lucrativa guerra fria entre duas corporações rivais. A missão deles? Encontrar a fórmula de um produto que renderá uma fortuna à empresa que a patentear primeiro.
Para seus empregadores nada é proibido e, com muita coisa em jogo, ninguém sabe quem está enganando quem. Enquanto tentam passar a perna um no outro, Claire e Ray veem seu plano em perigo pela única coisa que não conseguem driblar: o amor.”
O roteiro de Duplicidade é muito bom, é brilhante. Mas não tenho dúvidas que o talento interpretativo de Julia Roberts e Clive Owen ajudam muito no filme. Não podemos negar que rola uma química entre eles quando estão em cena, os dois já trabalham juntos e maravilhosamente bem em “Closer” lembram?
Agora Duplicidade reúne de novo Clive e Julia numa trama cheia de diálogos carregados de discussões, mistério, suspense, um toque comédia e uma forte paixão.
Ela é uma ex-agente da CIA e ele ex-agente da MI6, os dois são espiões que agora trabalham para grandes empresas rivais. Eles se conhecem em Dubai rola um lance e Ray (Clive Owen) quase perde seu emprego por causa de uma armação de Claire (Julia Roberts), depois disso eles passam um tempo sem se ver mas se reencontram e resolvem trabalhar juntos na missão de roubar a fórmula secreta de uma das empresas, patenteá-la e faturar com o produto que iria revolucionar o mercado de cosméticos. E nessa confusão toda, em meio idas e vindas, eles vivem desconfiando um do outro, desafiando um ao outro, enfim complicando a história mais ainda tornando-a fascinante.
É bem verdade que o longa lembra muito o enredo de Sr. e Srª Smith, porém é bem mais leve e um pouco mais ‘delicado’.
Vale a pena conferir.
Beijos!
Duplicidade (Duplicity ) FILME
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domingo, 7 de junho de 2009
A Mulher Invisível
Por Isabelle Restel
“Após uma desilusão amorosa, Pedro (Selton Mello), um romântico incurável, acredita ter encontrado a mulher ideal: Amanda (Luana Piovani), sua bela, amiga e dedicada vizinha. Ao mesmo tempo, seu amigo Carlos (Vladimir Brichita), pragmático, não acredita em amor e o desencoraja a investir numa relação com uma mulher que ninguém conhece. Mas Pedro está, definitivamente, apaixonado... E ela é maravilhosa. Pelo menos até Pedro começar a desconfiar de que ela tem um único mas terrível defeito – Amanda não existe!”
O filme conta com Claudio Torres como diretor e traz Selton Mello – créditos à ele pela magnífica interpretação - Luana Piovani, Vladimir Brichita, Maria Manoela, Fernanda Torres e Paulo Betti no elenco. Além das participações de Maria Luísa Mendonça , Lúcio Mauro e Marcelo Adnet.
O longa narra a história de Pedro que depois de ser abandonado pela esposa, sofre tanto que se isola do mundo e se torna esquizofrênico ao ponto de inventar uma mulher perfeita e se apaixonar por ela. As situações vividas por ele são definitivamente divertidíssimas, é risada garantida do início ao fim. Porém se olhada por um outro ângulo é triste, pois é a solidão e o sentimento de vazio que o leva a criar essa mulher cheia de qualidades e depois decepcionar-se por descobrir que era tudo fruto de sua imaginação. O que Pedro não imagina é que sua vida sempre foi acompanhada por uma vizinha que existe e que sempre foi apaixonada por ele. É ai que seu amor deixará de ser imaginário.
‘A Mulher Invisível’ é mais uma super produção brasileira que vocês vão curtir muito!
Então, fica a dica ;)
Alakazam! hahaha
Beeeeeijos!
A Mulher Invisível - O Filme
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
"Perto demais" para ser verdade.

"É uma mentira.
É um bando de estranhos tristes lindamente fotográfados, e...
todos os idiotas brilhantes que apreciam arte dizem que
é lindo porque é o que eles querem ver.
Mas as pessoas nas fotos estão tristes, e solitárias...
Mas as fotos fazem o mundo parecer lindo, então...
a esposição é tranquilizadora o que a transforma em uma mentira,
e todo mundo ama
uma grande mentira."
[Alice Ayres]
Hello stranger!
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Postado por Dona Geo. às 06:00 3 comentários
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Uma Noite No Museu 2
Por Isabelle Restel
“Assim como no primeiro filme, Ben Stiller volta nessa sequência no papel do vigia de museu Larry Daley. Mas dessa vez a ação se dá no museu Smithsonian de Washington, na capital dos EUA, onde ganham vida personalidades da história americana - entre eles presidentes, Amelia Earhart (Amy Adams), uma das pioneiras da aviação; além de um improvável faraó, Kah Mun Rah (Hank Azaria)”
Larry se tornou um famoso e rico empresário, suas invenções estão fazendo sucesso e ele deixou o cargo de vigia noturno do museu – no qual existe uma antiga ‘placa’ de ouro, ela faz com que os objetos em exposição criem vida do momento que anoitece até o amanhecer - Acontece que em uma das raras visitas que Larry faz ao museu, descobre também que as peças vão ser substituídas por modernos aparelhos digitais e outras vão ser enviadas para o arquivo do Smithsonian Institution em Washinton, local que abriga o maior complexo de museus do mundo. E é pra lá que ele vai para tentar salvar seus amigos, além disso ele acaba descobrindo que sua verdadeira vocação é cuidar das peças do museu.
SIM, o segundo filme é tão legal quanto o primeiro! Além de ser uma maluca viagem no cenário histórico mundial, as aventuras vividas por Larry são hilárias. Ben Stiller já é super engraçado, junto ao Owen Wilson então nem se fala (quem ai se lembra dos dois em: ‘Entrando Numa Fria’?).
Excelente diversão para curtir com toda família!
Abraços.
Uma Noite no Museu 2 - O filme
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=45019702





















